De Bataguassu para o Mundo – Rafael Gil

DICA: Não existem limites para seus sonhos, só depende de vc.

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A estudante de Gastronomia Lee Suelen Soares, antenada em tudo que rola no mundo da Gastronomia, não perdeu a oportunidade de uma entrevista pessoalmente com um dos cozinheiros mais renomados e competentes do Brasil, juntamente com o site Cidades na Web, logo que souberam da visita do Chef Rafael Gil a sua cidade natal onde residem seus pais atualmente, a estudante (Lee) conseguiu marcar a tão esperada oportunidade de conhecer e absorver ao máximo as dicas dadas do chef, logo agendou uma entrevista sendo muito bem recebidos pelo famoso chef. De Bataguassu para o mundo, do hotel mais alto da China, Rafael Gil conquistou lugar na Netflix, brasileiro selecionado para representar nosso país, sul-mato-grossense Rafael Gil está entre os melhores cozinheiros do mundo, selecionados pelo programa “The Final Table”, que esta disponível na Netflix.

Em entrevista sua humildade é a explicação por ter conquistado os olhares de uma das maiores produtoras de filmes e séries, a Netflix. Aos 35 anos, ele integra o elenco profissional da série de competição gastronômica “The Final Table, Que Vença o Melhor”, atualmente disponível na Netflix. Rafael chegou ao seriado enquanto trabalhava em um restaurante de Hong Kong. “Uma blogueira americana especializada em gastronomia conversou comigo e pediu meu Instagram. Depois fez o convite para eu participar de um programa de televisão. “Mas eu não imaginava como seria”. Assim diz Rafa Gil.

Depois de aceitar o convite, ele encarou o longo processo de seleção. Com análise médica, psicológica, testes de câmera e na cozinha, as gravações duraram cerca de 40 dias, com uma superprodução. “Gravamos em um estúdio de cinema, é muito grande e isso foi o que mais me surpreendeu. Cada episódio custou US$ 2 milhões”, lembra. Ele teve medo, admite sem imaginar como seria mostrar o seu trabalho para mais de 190 países no mundo. “Jamais pensei em participar desse tipo de programa. Então no começou não acreditava muito e os riscos de fazer algo errado ali, foi o que me deixou receoso. Afinal, são 26 câmeras em cima de você”. O sul-mato-grossense mandou muito bem ao escolher para cozinhar a chefs famosos, uma das receitas mais queridas entre os brasileiros, a feijoada. “O programa é muito dinâmico e voltado para o profissional, e isso deixa o público admirado”, revela.

(Apenas um bate papo em casa)

O chef morou em Bataguassu até os 15 anos e foi para São Paulo cursar Administração, para atuar no meio empresariado. Mas não demorou muito para sentir que estava perdido e foi onde a Gastronomia falou mais alto. Entro no curso em São Paulo, trabalhou em alguns restaurantes e surgiu a chance de fazer um estágio na Espanha, onde passou cinco anos. De lá partiu para Cingapura, em seguida para Hong Kong onde atuou no Ritz Carlton, o hotel mais alto de Hong Kong, na China, que pertence ao Marriott Hotel, uma das maiores redes de hotéis do mundo.

O primeiro contato em grandes restaurantes do mundo provou a Rafael que a vida de um chef de cozinha nem sempre tem glamour. “Cheguei há trabalhar 16 horas por dia morava no próprio restaurante em condições que não eram as melhores, mas aprendi muito com técnicas e hábitos que até então eu não conhecia. Foi uma grande experiência”.

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Mas o conhecimento, explica o chef, é o mais surpreendente. “Logo que comecei a trabalhar nestes restaurantes, aprendi o que era um restaurante em termos de serviço, controle de uma grande equipe e a desenvolver técnicas antes desconhecidas. Os produtos e hábitos alimentares são muito diferentes, esse é o maior choque”, conta.

Fora do trabalho, Rafael tenta levar uma vida normal, especialmente, na cozinha. Engana-se quem pensa que no cardápio familiar estão pratos sofisticados ou difíceis de preparar. “Faço mais o arroz, o feijão e a carne. Mas sou muito cabeça aberta, ao sair para jantar experimentamos outros pratos e vai abrindo memórias gustativas”, explica.

Sobre a relação com o Mato Grosso do Sul, poucos pratos da região foram levados para à Ásia, o chef trabalha mesmo é com a diversidade das receitas brasileiras. “Faço o churrasco que a galera adora e conhece. O bobó de galinha, a moqueca, a feijoada… Mas o pequi é uma coisa que eu já quis trazer, mas ainda não tive a oportunidade”.

Finalizando ele me deu dicas de suma importância a minha carreira profissional, e sem duvida vou absorver o máximo para alcançar meus objetivos. Agradeço ao Chef pela recepção foi uma honra. Obrigado!

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